A saúde mental é um tema que circunda a publicidade já há algum tempo. O burnout em publicitários já foi tema de série, notícias, reportagens… O Meio&Mensagem já publicou uma série sobre saúde mental, em que uns dos capítulos é específico sobre o burnout. Você pode conferir aqui.

Problemas relacionados à saúde mental são frequentes no ambiente de publicitário, o estresse, a ansiedade, a humilhação, a depressão, tudo entra no estereótipo existente da profissão. Todos sabemos que “virar a noite, comendo pizza para entregar uma campanha” não é algo saudável, a competição dentro da publicidade é algo que já se mostrou muito prejudicial e danosa aos profissionais. 

E hoje, vamos falar do burnout em publicitários. 

Mas, o que é o burnout?

O Dr. Drauzio Varella define a síndrome de burnout como um “distúrbio psíquico caracterizado pelo estado de tensão emocional e estresse provocados por condições de trabalho desgastantes”. 

O burnout é o esgotamento profissional, é o auge do cansaço, exaustão no ambiente de trabalho. A principal característica é o estado de tensão emocional e estresse crônico. 

E se fosse para citar três sintomas claros dessa síndrome, seriam: mudanças bruscas de humor, dificuldade de concentração e isolamento. E como tudo que afeta a nossa saúde mental, se ela vier somada a outro problema, o cenário piora ainda mais. O burnout é muito associado à ansiedade e depressão. 

O burnout em publicitários ainda existe?

Infelizmente, sim. O Mauro Segura, Líder de Marketing da IBM Brasil, escreveu um artigo para o Meio&Mensagem intitulado “Eu e meu burnout”, em que, nas palavras dele, é descrito assim:

Nunca entendi claramente o que aconteceu comigo naquela noite, mas me aventuro a dizer que eu tive uma espécie de síndrome do pânico, um profundo transtorno de ansiedade, um desespero injustificável e inesperado.”

O mundo criativo já carrega consigo um conflito inerente ao mundo profissional do mercado. Enquanto, no mercado, a lógica fabril é tão intensa, a necessidade de se produzir sempre mais e mais.

Esse pensamento não se encaixa com a criatividade. A criatividade exige tempo, pesquisa, descanso… O momento em que o profissional se vê entre esses dois cenários, tendo que atender a ambos, é comum que a ansiedade e o desespero apareçam.

Aposto que você já passou por um episódio em que você era cobrado a entregar uma peça, mas seu cérebro parecia que não funcionava, nada que você pensasse servia, era bom, sequer mostrava um mínimo de caminho. Mas, a pressão de entregar não diminuía e você sem saber o que fazer. Bem, o nome disso é bloqueio criativo. (citar link do blogpost 2)

Dá pra ser otimista

Mas, se podemos ser otimistas, o mercado pode, talvez, estar mudando. Ainda são pequenas as mudanças, mas o debate dentro do mercado publicitário já colheu alguns frutos. Hoje, existem agências e empresas que presam e priorizam a saúde mental dos profissionais, que entendem que eles estarem psicologicamente bem ajuda na produção e na criatividade de cada um. 

Neste mês do publicitário, nós achamos importante trazer temas relacionados à saúde mental. Construir um ambiente de trabalho saudável é parte de todos os profissionais envolvidos. Prezar por uma cultura de integração e diversidade é papel de todos os empresários. 

Bom, esperamos que tenham gostado! E se temos uma dica para todos é: cuidar da saúde mental é bom para o profissional, para empresa e para todo o ecossistema.

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